NATAL · RIO GRANDE DO NORTE · DATA A SER ANUNCIADA
Sal marinho · fruticultura · têxtil · turismo e serviços
No Rio Grande do Norte o vento não é paisagem: é insumo. Ele seca o sal, atravessa a fruticultura irrigada e gira mais de trezentos parques eólicos.
Quando
Data a ser anunciada
Os sete encontros começam às 19h30.
Onde
Casa a confirmar
O endereço completo aparece aqui assim que a reserva estiver fechada.
O que o estado produz
A maior produção de sal marinho do país, têxtil e confecção, fruticultura irrigada para exportação e o petróleo onshore da Bacia Potiguar. Setores de margem apertada, onde energia é linha de custo, não detalhe.
De onde vem a energia
O estado fechou o primeiro semestre de 2026 com 319 parques eólicos em operação e 10,76 GW outorgados. A Echoenergia tem parques em operação aqui.
O que muda agora
Para quem exporta fruta e sal, comprovar origem renovável na cadeia deixou de ser diferencial e virou exigência de comprador.
O mesmo vento que seca o sal é o que gira a turbina. A pergunta é por que a sua energia ainda vem contratada de longe.
Ainda não
Este encontro ainda não tem data e casa fechadas. Quando tiver, cada convidado recebe um convite pessoal com o link para confirmar — não há lista aberta.
A série começa por Porto Alegre, em 15 de setembro.